
O mundo de hoje necessita sobre tudo de esperança: necessitam dela as populações em vias de desenvolvimento, mas também as economicamente desenvolvidas.
Cada vez mais advertimos que nos encontramos em um mesmo barco e devemos nos salvar todos juntos. Sobretudo nos damos conta vendo cair tantas falsas seguranças, de que necessitamos de uma esperança confiável, e esta se encontra apenas em Cristo.
Este domingo começou o tempo do Advento, período de preparação ao nascimento do Senhor, e um novo ano litúrgico. O Senhor Jesus veio no passado, vem no presente e virá no futuro.
Cristo abraça todas as dimensões do tempo, porque morreu e ressuscitou, é o “Vivo” e, compartilhando nossa precariedade humana, permanece para sempre e nos oferece a própria estabilidade de Deus. É “Carne” como nós e é “Rocha” como Deus.
Quem deseja a liberdade, a justiça e a paz, pode voltar-se a levantar e alçar a cabeça, porque em Cristo a libertação está próxima. Jesus Cristo não só olha os cristãos, mas todos os homens, porque Ele, que é o centro da fé, é também o fundamento da esperança. É a esperança de que todo ser humano necessita constantemente.